3 de mar de 2010

Era uma vez uma fatia de salame


Julinho era um gênio da lâmpada. Um belo dia, quando estava compondo um soneto, se deparou com Matilde, a rainha da soneca. Ela virou-se pra ele num rodopio sincero e disse: "Oi eu sou uma borbolex" . A surpresa do filho da puta foi imensa. Ele nunca tinha visto uma borbolex na vida, quanto menos uma xoxota voadora.

Sem saber o que fazer, Julinho resolveu contactar seu amigo Josué Leopardo, que outrora tinha vencido o concurso de estorar brotoeja de saci.

O protuberante felino disse: "AAAAAHHH DEBUTANTE! DÁ NA MINHA CARA!" e o gênio saiu de fininho com um croquete numa mão e um pedaço de tatu na outra.

Fim da história, quem gostou bate com a mão no meu saco, quem odiou bate com a mão no requeijão, quem gostou mais ou menos toma um sal de gruta que faz um bem danado pro intestino.

A flora intestinal é composta por microorganismos malucos que fazem a alegria da galera. Minha vó os conhece e os chama de demônios das profundezas do meu cú. Quem quiser falar sobre isso me manda um brinde em formato de jujuba.

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